Fim da verificação de fatos da meta: “você não faz o controle de proliferação do ódio
Na BandNews, Álvaro Palma de Jorge analisou a decisão da Meta de encerrar o programa de verificação de fatos por parceiros externos. Ele destacou que a medida não deve ser lida apenas como debate abstrato sobre liberdade de expressão, mas como um movimento com forte componente político e econômico — incluindo a tentativa de reaproximação com o ambiente político nos EUA e a redução de custos e pressões regulatórias. Álvaro relembrou que, após a invasão do Capitólio, a própria plataforma adotou mecanismos de moderação mais robustos, reconhecendo impactos concretos da desinformação. Para ele, retirar a checagem pode ampliar a circulação de conteúdos nocivos, favorecer dinâmicas de “bola de neve” informacional e gerar efeitos reais fora das redes, reforçando a necessidade de discutir regulação e responsabilidades das plataformas.
Bolsonaro e mais sete são réus e penas podem chegar a 43 anos
Resumo: [preencher] Tema: BolsonaroVeículo/Instituição: Central Meio e MensagemData: 07/04/2025Link: Acessar
Quando Bolsonaro será julgado pelo STF?
A reportagem da BBC explica que o julgamento de Jair Bolsonaro no STF ainda não começou, embora ele tenha tido prisão domiciliar decretada em 4/8, como medida cautelar anterior à condenação, prevista no CPP em hipóteses como risco de fuga ou de interferência na produção de provas. O texto aponta que o julgamento deve ocorrer entre o fim de agosto e o início de setembro, após o encerramento da fase de alegações finais: primeiro a PGR (que já pediu a condenação por crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, além de crimes contra o patrimônio), depois Mauro Cid (15 dias) e, em seguida, os demais réus (mais 15 dias). Cumprida essa etapa, o processo fica pronto para pauta e julgamento. A matéria também lista os integrantes do “núcleo 1” (Bolsonaro e mais sete) e resume a narrativa acusatória (campanha contra o sistema eleitoral, pressão sobre Forças Armadas e culminância no 8/1), registrando que todos negam as acusações. Há ainda dois pontos práticos: (i) mesmo preso preventivamente, Bolsonaro pode comparecer ao julgamento; e (ii) eventual tempo de prisão cautelar é abatido da pena, se houver condenação. Por fim, menciona que, em razão de problemas de saúde, poderia haver cumprimento em regime domiciliar, citando precedente recente, e contextualiza as cautelares impostas em julho (tornozeleira, restrições de horários, vedação de redes sociais e contatos com autoridades/embaixadas), vinculadas ao argumento da PF de possível atuação para pressionar autoridades brasileiras e interferir no curso do processo.