Meta tenta se aproximar de governo Trump com mudanças, avalia professor

Na entrevista ao Conexão Record News (R7), Álvaro Palma de Jorge analisou o anúncio de Mark Zuckerberg de encerrar o serviço de checagem de fatos nas plataformas da Meta. Embora a empresa tenha apresentado a mudança como uma defesa da liberdade de expressão e um combate à “censura”, Álvaro destacou que o movimento pode ter motivações mais amplas — especialmente uma estratégia de reaproximação com o governo Donald Trump, após o atrito gerado pela suspensão das contas de Trump no Facebook depois dos episódios de 6 de janeiro de 2021. Ele observou ainda que a decisão sinaliza uma guinada em relação ao padrão que vinha se consolidando no debate público e nas expectativas sociais de enfrentamento às fake news, com potencial de aumentar o espaço para desinformação e tensionar a discussão sobre os limites da autorregulação das plataformas.